Livros · Resenha

RESENHA: Millennium – A Menina que Brincava com Fogo

Olá, pessoas!

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Depois de ler o primeiro livro da série Millennium, Os Homens que Não Amavam as Mulheres, fiquei extremamente curiosa e comecei a ler o segundo da série logo em seguida, haha, o que é realmente uma aventura sendo que o segundo volume tem mais de 600 páginas e eu sou muito lenta quando estou lendo.

Mas, não me arrependi. O segundo volume é tão emocionante, intenso e assustador quanto o primeiro – em alguns aspectos até mais!

Como vou falar de uma continuação, essa resenha terá SPOILERS. Leia por sua conta e risco, haha.

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Tudo começa quase dois anos após os acontecimentos do último livro. Lisbeth Salander está aproveitando a fortuna que surrupiou da conta bilionária de Wennestrom com viagens pelo mundo e com a compra de um enorme apartamento numa área elitizada de Estocolmo. Mas, ela também está fugindo de Mikael Blomkvist, por quem tem sentimentos conflituosos.

Mikael não entende o motivo de Lisbeth não querer mais falar com ele e simplesmente sumir do mapa, mas respeita a sua posição. Aliás, Mikael está ainda aproveitando os efeitos de seu furo contra o grande empresário Wennestrom e tanto ele quanto sua revista, Millennium, estão passando por momentos de prosperidade. E é nessa onda de boa sorte que Dag Svensson e Mia Bergman, um casal de jornalistas investigativos, chega na redação da revista com uma matéria irresistível: a denúncia do grande negócio do tráfico de mulheres na Suécia.

A história é importantíssima e muito perigosa também, afinal, muitas pessoas de cargos altos no governo e em outras áreas seriam denunciados. Mas tanto Mikael quanto o resto da redação da Millennium aceitam o desafio.

E no desenrolar dessa história, um nome misterioso aparece e Lisbeth se vê acusada por triplo assassinato e, claro, Mikael Blomkvist se vê obrigado a ajudá-la e logo ele percebe que talvez seja o único em todo o país que acredita em sua inocência.

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Novamente, o assunto principal da história é a violência gravíssima que mulheres sofrem diariamente. Em comparação ao primeiro livro, com certeza este é mais denso, mas a tensão é igual. Nessa segunda parte, são tantos personagens e situações diferentes intricadas uma na outra que por fim conseguem se entrelaçar e fazer sentido. Aliás, é aqui que se torna necessário e muito bem vindo estilo jornalístico e objetivo de Stieg Larsson ao contar a história. Afinal, são tantos detalhes que seria muito fácil se perder neles, mas isso não acontece em momento algum.

Como eu disse na resenha de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, este livro também ganhou uma adaptação cinematográfica na Suécia (onde o romance se passa), estrelado por Michael Nyqvist e Noomi Rapace. E ele possuí mais duas continuações literárias com “A Rainha do Castelo de Ar” e “A Garota na Teia de Aranha”, este último escrito por David Lagercrantz após a morte de Stieg Larsson.

Estou ainda mais curiosa para chegar ao fim de todos esses mistérios! Ainda não comecei a ler o terceiro livro da saga, mas pode deixar que isso não vai demorar muito, hehe.

E quem já leu? O que acharam?

Título original:  Autor: Stieg Larsson Editora: Companhia das Letras / Nº de páginas: 608 / Ano: 2015 / Tradutor(a): 

5foninhos

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