Crítica · Filmes

CRÍTICA: Mogli – O Menino Lobo

Oi gente, tudo bem?

Ontem eu tive o prazer de ir assistir Mogli – O Menino Lobo (2016), fui com a minha mãe e o meu irmão aqui no cinema da minha cidade. O único problema é que só tinha a opção “dublada”, mas eu estava tão ansiosa que não aguentei e assisti mesmo assim.

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Eu já havia assistido aos trailers e todos os mini-vídeos que foram liberados, então minhas expectativas estavam lá em cima e posso dizer que não me decepcionei. O live action ganhou uma forma espetacular, baseada no livro The Jungle Book, além de contar com muitas cenas parecidas com as da animação clássica da Disney.

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Falando um pouco sobre a história, as coisas não mudam. Mogli é um menino humano que foi encontrado por uma pantera na selva e foi criado por lobos, mas tem de ir embora do único lugar que conhece graças à ameaça de Shere Khan, um tigre feroz. É claro que o tigre não quer apenas que ele vá embora, ele deseja mais: vingança, ele quer matar Mogli. Além disso, a história apresenta diversas outras vertentes como a relação dos animais com o filhote de homem, muitos deles acham estranho, outros o aceitam normalmente, como um deles. Os lobos o consideram parte da alcatéia e Bagheera, a pantera, também o adora . Ele é um dos meus personagens favoritos no filme, pois sempre está cuidando de Mogli e se importa muito com ele (assim como no desenho). Lá para o meio do filme também somos apresentados a Baloo, um urso enorme e muito folgado, que cria laços muito fortes com Mogli e o ensina várias coisas sobre a “boa vida”. Como eu disse antes, a história é igual à sua original.

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Os efeitos especiais foram impecáveis e não deixaram nada a desejar. Uma grande preocupação que eu tinha era com os animais falando, mas no filme ficou bem natural. As vozes tanto da versão original quanto da versão dublada combinaram bem com as personagens. A selva ganhou uma versão bonita e aconchegante, mas também uma versão sombria e assustadora, fazendo com que o telespectador pudesse ter várias sensações durante o filme. Uma cena em especial que eu achei muito, muito boa, foi a da aparição do rei Louie (o macaco gigantesco que manda nos menores). Você consegue perceber com perfeição todos os detalhes do pelo e da cabeça gigante. Achei a cena das ruínas uma das mais bem construídas.

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Eu não posso deixar de citar dois personagens aqui: Kaa, a cobra gigante que sempre tenta matar Mogli na animação, mas no filme aparece apenas uma vez (com o mesmo propósito). É uma cena curta, mas de grande destaque, pois podemos ver o mesmo efeito dos olhos hipnotizantes (um efeito muito bom por sinal) e também é a primeira vez que Baloo aparece. Outro personagem é Shere Khan, o tigre. O animal transparece seu ódio ao longo do filme, é uma coisa constante. Ele é completamente louco e não descansa enquanto não tem o que quer. Há uma cena com os filhotes de lobo em que podemos ver muito bem as atitudes doentias do animal.

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Eu PRECISO comentar sobre as músicas! Três personagens cantaram no filme e me deram aquela sensação de nostalgia. Baloo explica a Mogli o que é uma canção e é claro que essa canção é: Eu uso o necessário, somente o necessário, o extraordinário é demais! E eu achei maravilhoso! No trailer nós já tivemos uma palinha de como iria ser, pois podemos ouvir o assovio de Baloo, mas garanto que no filme é muito mais legal! Outra canção é a do rei Louie, na qual ele explica que mesmo sendo primata, quer ter os conhecimentos do homem (tenho medo dessa música e de macacos desejarem secretamente dominar o mundo). A música é a seguinte: Eu fiz com você um acordo, não esqueça não, rapaz! Deve ensinar como é que é, o fogo que o homem faz! Se eu não estou enganada, algumas partes da letra mudaram da animação para o live action (pelo menos na versão dublada).

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Agora sobre a interpretação de Neel Sethi como Mogli, ele foi incrível. É um menino que exala fofura e muita bravura, tudo junto! Ele conseguiu passar toda a inocência do Mogli no início da história e depois transformá-la em coragem para enfrentar seus medos. Confesso que houve uma cena, na qual ele se separa da mãe loba que eu fiquei com os olhos cheios de lágrimas. O jeito despreocupado e infantil de Mogli esteve presente em todos os momentos, o que é surpreendente visto que ele é um menino de apenas 10 anos! Parabéns, Neel, você vai longe!

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Para finalizar a crítica, totalmente positiva, gostaria de dizer que Jon Favreau exerceu seu papel de diretor com grande maestria. Ele conseguiu manter os detalhes da história original e moldou o live action perfeitamente. A fotografia do filme estava maravilhosa, com diversas paisagens belíssimas e uma nitidez de detalhes impecável.

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Sim, eu recomendo o filme para todas as idades! Você vai amar assistir mais uma vez a história do Menino Lobo nas telas do cinema ❤ Não perca tempo! O filme estreou ontem, 14/04, nos cinemas e você não pode perder!

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Título original: The Jungle Book / Diretor: Jon Favreau / Duração: 1 h 45 min. / Ano: 2016

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