Crítica · Filmes

CRÍTICA: Cantando na Chuva (1952) #1

Olá, pessoas!

Há quase um mês atrás um contei sobre o meu desafio de assistir a filmes clássicos! E até fiz uma lista de no mínimo cinco filmes que eu iria assistir. Naquela lista estava “Cantando na Chuva” e escolhi essa comédia musical para ser o primeiro filme do desafio e também para ser a vítima da minha primeira crítica cinematográfica. Vítima em um bom sentido, tá gente? Se é que existe um bom sentido.

Mas, enfim!

sing-rain

Cantando na Chuva se passa nos anos 20, na época da transição entre o cinema mudo e o cinema falado e conta a história do astro dos filmes mudos, Don Lockwood (Gene Kelly). Tudo na vida de Don parece maravilhoso aos olhos do público, ele é um ator muito bem sucedido vindo de uma boa educação, é rico e ainda é noivo de Lina Lamont (Jean Hagen), a famosa co-estrela de seus filmes. Porém, apesar de Don ser um bem sucedido ator, ele tem uma origem humilde e trabalhou duramente para chegar onde chegou junto com seu amigo Cosmo Brown (Donald O’ Connor), além de não ter nenhum tipo de sentimento por Lina, a quem ele não suporta.

Tudo muda quando Don conhece Kathy Selden (Debbie Reynolds), uma aspirante a atriz que o desafia e ao mesmo tempo, o encanta.

singin_in_the_rain

O longa-metragem de 1952 – época de ouro dos musicais feitos para o cinema -,  é leve e é contado de forma despretensiosa, tendo uma forte influência das produções teatrais nos movimentos dos atores, nas falas e nas coreografias. Aliás, ah, as coreografias! Definitivamente os números musicais são os pontos altos da produção, são bem coreografados, bem cantados e simplesmente um show à parte. Eu assistia tudo boquiaberta, literalmente, haha.

Gene Kelly, além de ser o protagonista da história, é também o diretor (junto com Stanley Donen) e o coreógrafo! O ator que já era conhecido por conta de outros musicais, tornou-se um eterno astro por conta deste filme. Filme, aliás, que é tão importante que se transformou em um clássico e um verdadeiro marco na história do cinema.

O longa é uma gracinha, quando terminei de assistir ainda continuei com um sorrisinho bobo no rosto, afinal a história é tão romântica, ingênua, além das músicas serem muito boas. Sem esquecer, é claro, do número musical mais famoso do longa, interpretado pelo o próprio Gene Kelly, a canção que dá o nome do filme: “Singin’ in the Rain”.

Portanto, se nunca assistiram, eu recomendo darem uma chance para este clássico, não vão se arrepender!

Ainda não me decidi qual será o próximo da minha lista de clássicos, mas se quiserem, por favor, me deem sugestões nos comentários!

Até mais!

Por: Gabriela Bastos

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4 comentários em “CRÍTICA: Cantando na Chuva (1952) #1

  1. Um dois melhores filmes que já vii na minha vida de infância .chegado até imitalo quando caía a chuva..velhos tempo. Quando chegava da Escola. E assistia esses clássico do cinema.. Que maravilha.podia passa de novo na TV e no natal..ficaria eu todo feliz…

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