Resenha

RESENHA: Shada (Douglas Adams e Gareth Roberts)

Olá, pessoas!

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Já falamos de Doctor Who aqui no blog e se você nunca ouviu falar ou não conhece muito sobre a série de ficção científica da BBC, veja aqui! Agora, se já conhece, muito provavelmente já ouviu falar do livro Shada e a minha resenha de hoje é sobre ele!

Bem, o livro é uma versão em prosa de um roteiro escrito para a série Doctor Who, um roteiro que nunca foi para as telinhas.  O famoso autor do roteiro é um dos meus escritores favoritos: Douglas Adams, também autor de O Guia do Mochileiro das Galáxias. Porém, como o projeto de Shada nunca deu certo, Gareth Roberts (também roteirista de Doctor Who) 30 anos depois, tomou conta do desafio de levar a história para o mundo literário.

A história se passa em 1979, acompanhando a 4ª regeneração do Doutor e a sua companheira de viagens, Romana II. Os dois são Senhores do Tempo, ou seja, são parte da única espécie no universo capaz de viajar no tempo-espaço.

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Romana e o Doutor

O livro começa com Skagra, um alienígena com planos malignos de dominar o universo. A primeira vista, os planos não são bem claros, porém, aos poucos, os leitores vão começando a entender as verdadeiras intenções do inteligentíssimo e cruel Skagra.

Logo depois, somos apresentados a Chris Parsons, um estudante da universidade de Cambridge, no Reino Unido. Chris está tentando impressionar Clare Keightley –  sua grande paixão –  e para isso, Chris decide pegar alguns livros emprestados com o Professor Chronotis, um professor muito, muito antigo da universidade e muito, muito excêntrico também.

O problema é que o Professor Chronotis é um Senhor do Tempo aposentado e, por conta disso, possui muitos segredos; inclusive possui um livro muito perigoso, o qual Skagra está atrás para poder completar seu plano de dominar o universo, afinal, o livro tem o caminho para Shada, um lugar misterioso. E adivinha qual livro Chris pega emprestado? Sim, o extremamente perigoso.

Porém, é nesse mesmo dia em que o Professor recebe a visita do amigo de longa data, um dos maiores Senhores do Tempo que existia: o Doutor, acompanhado de sua amiga Romana e do cachorro robô, K-9. E é assim que a história começa.

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O Doutor

Muitos aspectos da escrita de Douglas Adams são muito perceptíveis em Shada, como a forte presença do humor em toda a narrativa. Os capítulos e os diálogos são rápidos, engraçados e inteligentes, assim como toda a história também é.

Do personagem mais relevante até o mais irrelevante para a trama, todos são envolventes e carismáticos, o que torna a história ainda mais agradável, afinal, o leitor realmente se importa com os acontecimentos e torce para os personagens, uma característica muito boa não somente do livro, mas também de todas as histórias de Doctor Who, em geral.

Ou seja, não tenho do que reclamar de Shada. Terminei o livro ainda mais apaixonada por Doctor Who e ainda mais interessada em saber tudo o que há para se saber sobre a série.

Algo que achei muito interessante também é o fato de que o leitor não precisa ter assistido a série para entender e gostar de Shada, já que todos os aspectos da série são explicados, não deixando espaço para muitas dúvidas. É realmente uma leitura sem restrições!

Por isso, recomendo esse livro, com muito gosto, para todos aqueles que gostam de uma boa e divertida ficção científica!

SHADA
Autores
: Douglas Adams e Gareth Roberts
Editora: Suma de Letras
Páginas: 338
Ano: 2012 (UK)/2014 (Brasil)

Por: Gabriela Bastos

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