Resenha

RESENHA: Sword Art Online – Aincrad Volume 1

Sword Art Online - Volume 01
A resenha de hoje é um pouco diferente, porque não vai ser de um livro e sim de uma light novel. Para quem não sabe light novels são romances com ilustrações no estilo anime/mangá. Elas começam sendo publicadas como folhetins e depois são encadernadas. Infelizmente não tem light novels no Brasil, você tem que fazer o download da história, e muitas vezes as pessoas não traduzem direito. Por ser fã de anime/mangá eu tinha muita vontade de ler uma LN, mas só quando assisti o anime Sword Art Online que resolvi baixar. Tudo bem que só fui ler quando começou a segunda temporada do anime, porque não gosto de ler pelo computador/celular, mas é como dizem: antes tarde do que nunca. Sword Art Online tem, por enquanto, 11 volumes e o arco Aincrad é dividido em dois.

RESENHA:
A única coisa que tem no céu é um grande castelo flutuante feito de pedras e metal. Nos 100 andares tem cidades, vilarejos e florestas. Com o nome de Aincrad, o castelo abriga jogadores, entre eles está Kirito lutando contra uma IA (Inteligencia Artificial) em forma de lagarto. No topo esquerdo de sua visão ele vê sua barra de HP diminuir, significando que está cada vez mais próximo da morte. O problema é que a IA já estava estudando seus movimentos e reforçando as habilidades, tanto que o homem lagarto chamado Lizardman Lord começa a sorrir para ele. Sabendo disso Kirito induz a IA para ataca-lo, no momento certo ele desvia e acerta o homem lagarto com sua espada. A espada brilha ao mesmo tempo que o estômago do Lizardman Lord fica com uma luz vermelha. Mas Kirito não deixa sua espada parar e o sistema o ajuda a continuar através de movimentos programados. Com quatro golpes consecutivos uma luz clara brilha enquanto a barra de HP do homem lagarto desaparece. Essa era a morte nesse mundo. Após ver seus pontos de experiência Kirito pensa se esse jogo vai acabar e lembra de quando tudo começou. Dois anos atrás.

Era 11 de novembro de 2022 quando 10 mil jogadores usaram o NervGear pela primeira vez para jogar Sword Art Online. Com uma interface que cobria a cabeça e rosto do usuário, o NervGear enviava sinais para o cérebro dele e ativava os 5 sentidos. Para entrar no jogo a pessoa tem que por o NervGear, se deitar, dizer o comando de iniciação e então ela é transportada para um mundo feito de dados. Foi nesse mundo que Kirito conheceu Klein e o ensinou a matar um javali. Por ter participado da versão beta ele já sabia algumas habilidades e outras coisas do jogo. Tudo mudou quando Klein quis ir embora e nenhum dos dois encontrava o ”sair” no menu. Depois disso eles foram teletransportados para a cidade principal junto com todos os jogadores quando um manto vermelho apareceu em cima deles. Era Kayaba Akihiko, o criador de SAO. Ele diz que não existe a opção ”sair do jogo” e que se um parente tentasse tirar o NervGear de alguém os sensores transmitiriam um impulso, destruindo o cérebro do jogador. A única maneira de sair era chegar ao 100º andar de Aincrad e derrotar o último chefe. Como se tudo não pudesse piorar Kayaba ainda diz que se um jogador morrer no jogo ele também vai morrer na vida real. E antes de ir embora ele da um espelho para os jogadores, que muda os avatares pela verdadeira forma deles.

SAO - Kirito e Asuna

Como eu disse no início, assisti primeiro o anime de Sword Art Online e só fui ler a light novel semana passada. O que me chamou atenção na história foi que ela se passa em um vídeo game e só virei fã quando teve a reviravolta sobre eles não poderem sair e a possibilidade de morrer na vida real. Mesmo sabendo o que ia acontecer as emoções foram as mesmas. Ansiedade nas lutas, risada nas partes engraçadas e suspiros nas horas românticas. A maior diferença entre assistir e ler foi em um dos últimos momentos, quando eu vi o anime fiquei muito triste e não consegui acreditar no que tinha acabado de acontecer, mas quando li comecei a chorar sem me importar que já sabia o final.

Ler o que o Kirito pensava e sentia me fez gostar mais ainda do personagem. O amor entre ele e a Asuna é lindo e fiquei chateada por não terem colocado uma cena deles no anime e modificado outra. Sei que isso faz parte das adaptações, mas como já li mangás que não ficaram diferentes no anime pensei que poderia ser assim com as light novels. Isso não muda o fato de que eu amei a história e me tornei mais fã ainda de SAO. Sei que não é todo mundo que gosta de anime/mangá, mas todos deviam dar uma chance para as light novels. Porque muitas tem histórias incríveis que virariam best-sellers.


Sword Art Online – Aincrad Volume 1
Autor: Reki Kawahara
Editora: ASCII Media Works (do Japão)
Páginas: 370

Por: Yasmim Bragaia

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2 comentários em “RESENHA: Sword Art Online – Aincrad Volume 1

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