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RESENHA: Dragões de Éter – Caçadores de bruxas

Oi gente, tudo bem?

A semana passou depressa e eu nem tive tempo de postar fotos no instagram ou tirar para o post do blog, fiquei bem triste por isso, mas é a vida. Eu terminei de ler o primeiro livro da trilogia Dragões de Éter, intitulado Caçadores de bruxas. As duas coisas mais legais sobre esse livro é que A, ele foi escrito por um brasileiro e B, ele é sobre contos de fadas! Imaginem minha felicidade 😀 Para quem não sabe eu sempre fui muito ligada às histórias fantásticas e os contos de fadas são meus favoritos.

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Bem-vindos a Nova Ether, um lugar que abriga fadas, reis, rainhas, príncipes, plebeus e, é claro, bruxas. Lá podemos acompanhar um povo que vive em uma era pós-caçada às bruxas. Temos várias frentes, há Maria e João Hanson (eu aposto que vocês conhecem os dois!) que queimaram uma bruxa canibal no caldeirão, há Ariane Narin (sabia que a Chapeuzinho vermelho tem nome?) e há o rei Primo Branford (ele é um daqueles três irmãos do conto do gato de botas, filho do moleiro, lembra?), que tem dois filhos: Axel e Anísio. Anísio é o filho mais velho, que vai herdar o trono e Axel (ele luta pugilismo, o nosso ‘’boxe’’ e tem um guarda-costas que é um troll cinzento chamado Muralha) é o caçula, o príncipe da plebe.

Todo mundo vive feliz, a paz reina e nada parece que vai mudar, até que piratas invadem o reino e matam boa parte da população, além de saquear as casas e picharem runas nas paredes. O clima de tensão chega ao palácio fazendo com que Primo se desestabilize. Em um mundo onde tudo parecia bem, todos chegam ao fundo do poço bem rápido: Primo beira a loucura, Maria Hanson se apaixona por Axel (e vice-versa), Anísio está desaparecido, há uma dama de vermelho que chora a morte das pessoas, Ariane descobre que não é apenas a menina que presenciou a morte de sua avó (por um lobo mau e faminto!), os piratas se unem a um grupo de bandidos, Axel vai embora e a bruxa está solta (literalmente)!

A caçada recomeça e todos são suspeitos, desde garotas boazinhas até velhinhas que moram sozinhas na floresta. Rituais, magia, sangue e poder fazem a narrativa ficar ainda mais emocionante. Não há quem não se apaixone pelo vocabulário rico do autor, que descreve cada lugar e pessoa em detalhes precisos. Recomendo para todos que gostam de um bom livro de aventura e fantasia.

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Apesar da linguagem formal, as personagens têm características próprias, usando gírias e gesticulando. Você se identifica com a coragem, com a doçura, com a independência, com a sinceridade e outras partes da personalidade de cada um deles. Raphael Draccon conseguiu ultrapassar vários tabus da literatura brasileira.

P.S.: O meu livro é a nova edição que tem um pequeno conto anexo.

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Dragões-de-Éter1

Autor: Raphael Draccon / Ano: 2010 (Nova edição) / Editora: Leya / Páginas: 440

Por: Isabela Sobo

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Um comentário em “RESENHA: Dragões de Éter – Caçadores de bruxas

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