Resenha

RESENHA: Incarceron (Catherine Fisher)

Oi gente!

Eu falei em um dos meus posts ou lá no facebook, eu não lembro direito, que estava lendo Incarceron e bom, depois de um mês de correria na faculdade/inglês/trabalho, consegui terminá-lo! Tenho muitas opiniões sobre esse livro, porque eu demorei um pouco para lê-lo por dois motivos: 1. por causa da correria e 2. porque a descrição é impossível. O livro tem uma essência brilhante, tem ação, romance, aventura e muito mistério, mas a autora não foi nada feliz nas descrições, às vezes é até mesmo difícil imaginar o que ela quer dizer com aquilo. Enfim, vou contar um pouquinho da história para vocês…

Incarceron

Incarceron é o nome de uma prisão, de onde ninguém saí e onde ninguém entra, apenas um homem, como reza a lenda, conseguiu dela escapar. Há duas personagens principais: Claudia, a filha do Guardião de Incarceron, que vive em um castelo movido por computadores, seguindo o Protocolo e há Finn, um garoto sem memória que vive em Incarceron, mas tem certeza que não nasceu lá.

A história é futurista. Como se depois de muito tempo, com todas as tecnologias desenvolvidas, voltassem à era medieval, ou seja, eles vivem em castelos e em casas antigas, como choupanas, mas têm dispositivos até mesmo de teletransporte.

Claudia está prestes a se casar com Caspar, o filho da rainha Sia, uma nojenta na minha humilde opinião, mas ela estava comprometida com Giles, o filho assassinado do rei que também morrera. Eu sei, é confuso mesmo! Enfim, ela não se conforma com a morte do rapaz e quer de todas as maneiras entender essa conspiração. Enquanto isso, Finn está lutando com todas as suas forças para sobreviver na prisão. Ele sabe que não é apenas um prisioneiro qualquer e ele quer ir para o exterior. Além disso, ele tem outra pista, uma tatuagem no pulso que ele não tem ideia do que significa. Mais tarde, também acha uma chave, uma cópia da chave que se encontra na gaveta do gabinete do Guardião.

A chave nada mais é do que um dispositivo de comunicação, como um celular ou algo assim e ele e Claudia se comunicam por ali. É nesse ponto em que ela começa a desconfiar que ele pode não ser um completo estranho.

Além desse ponto da história, há outros seguimentos, como a conspiração contra o Protocolo (que é a Nova Era, onde todos são impedidos de usar tecnologia e devem voltar às maneiras precárias da Idade Média), há a história de Sapphique, o único homem que fugiu da prisão, há personagens que ajudam Finn em sua jornada, são chamados Keiro (um forte guerreiro), Gildas (um Sapiente – que significa sábio, eles são os únicos que ainda têm certa liberdade em fugir do Protocolo –  e ele quer fugir a todo custo) e há Attia, uma escrava salva por Finn. Do lado de Claudia há apenas Jared, outro Sapiente, que a ajuda na busca por Giles, o príncipe perdido.

Bom, apesar da leitura ser cansativa e um pouco complicada, eu gostei muito do livro e espero em breve ler  o segundo. Sugiro que quem for ler tenha calma, juro que os últimos capítulos compensam o cansaço. Eu achei meio confuso a troca de mundos, a tecnologia avançada e a Era, mas depois de um tempo você se acostuma. 

O livro foi lançado em 2007, pela editora Novo Século e tem 352 páginas.

Essas são as capas, do primeiro e segundo livro, a brasileira e a original:

catherinefisher_incarceron

O que acharam?

Por: Isabela Sobo

Anúncios

Deixe seu comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s