Livros · Resenha

RESENHA: A culpa é das estrelas (John Green)

RESENHA: A culpa é das estrelas (John Green)

FOTO: Melina Souza

Oi gente!

Acho que essa minha entradinha já entrega: oi, é a Isa. Haha Enfim, sei que a maioria já leu esse livro, porque, convenhamos: ele é demais, mas hoje vou falar um pouquinho sobre o que achei, talvez até não resenhando detalhe por detalhe.
Já li há um tempinho e devorei o livro em dois dias, foi uma história que me arrancou sorrisos e lágrimas, obviamente.

Sempre evitei ler livros que tratassem de morte ou doenças terminais, mas esse ano especificamente, li muitos desses. A culpa é das estrelas tem como assunto principal o câncer. Muitas das personagens têm diferentes tipos de câncer e é assim que eles se conhecem.

Hazel Grace vai até um encontro de sobreviventes do câncer, onde todos compartilham suas experiência e lutas diárias. Ela não gosta muito de lá, mas quando conhece Augustus Waters, as coisas mudam. Ele é um enigma desde o primeiro minuto em que o conhecemos. Digo conhecemos, pois estamos na mesma posição de Hazel em relação à ele.
Augustus é aquele cara bonito, diferente e totalmente apaixonante. Ele perdeu uma perna e usa uma espécie de prótese. Hazel não quer se envolver, porque sabe de suas limitações, mas ele a faz ver a vida de outro jeito.

Este trecho é um dos meu favoritos sem dúvidas e parte dele está na sinopse do livro também.

“Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre o 0 e o 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2 ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. queria mais números do que provavelmente vou ter e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters… Mas, Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão peço nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados e sou muito grata por isso.”

Posso dizer que o amor de Hazel e Augustus foi puro. Suas primeiras experiências compartilhadas, ele dá todo o amor do mundo para ela e ela para ele. Esse livro é com certeza uma lição de vida que nos mostra que o amanhã realmente não importa se você tem com o que ou quem viver hoje.
O livro também conta com frase impactantes, igual ao ”Always” dos potterhead, o ”OKAY” é a palavra que as personagens usam para dizer eu te amo.

Recomendo para os leitores de Nicholas Sparks, acreditem, se vocês gostam deles, irão amar o John Green. Além disso, sei que não devemos julgar um livro pela capa, mas no caso de John Green as capas são muito caprichadas, com cores vibrantes e eles são pequenos, perfeitos para carregar na bolsa.

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Por: Isabela Sobo

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3 comentários em “RESENHA: A culpa é das estrelas (John Green)

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